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terça-feira, 29 de outubro de 2013

"Quem vive para combater um inimigo, têm interesse em deixá-lo vivo" - Nietzsche



Quando estive na Universidade Hebraica de Jerusalém, durante uma das aulas, o professor de filosofia fez o seguinte comentário: “Nós, aqui no Oriente Médio, vivemos em estado de guerra constante. Cada vez que saímos à rua, existe o perigo de uma bomba, um atentado, um míssel caindo do céu, entretanto, quando chegamos em casa, temos paz. Nosso lar é nosso refúgio. Vocês do Ocidente, vivem em aparente paz na rua, no trabalho, nas escolas, no shopping, mas quando chegam em casa, maridos, esposas e filhos entram em conflito.  O lar é  vosso campo de batalha".

Saí da aula um pouco atordoado com a provocação. Racionalizei comigo mesmo, argumentando que vivíamos em culturas completamente distintas e não cabiam julgamentos do tipo bom ou ruim, certo ou errado. Além disto, o professor não sabia que vivíamos no Brasil e que aqui também não é nenhum paraíso. O simples fato de andarmos na rua também nos coloca em risco, seja pela violência dos assaltos, como do trânsito. Assim sendo, nossa “guerra civil” também poderia funcionar como um elemento de união.


terça-feira, 12 de março de 2013

Qual teu trauma?

- Tenho trauma de galinha!
 
- Como assim? Que coisa mais estranha, explica melhor. Trauma de galinha com pena ou trauma de mulher galinha?
 
- Não, meu trauma  é do  bicho galinha, aquele animal que faz cocóricocó. Espera um pouco, tenho trauma de mulher galinha também, mas este não me incomoda tanto.
 
- Entendi, mas como é que uma galinha te deixou traumatizado?