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sexta-feira, 7 de junho de 2019

O acaso vai nos proteger


Eventos aparentemente aleatórios e inconsequentes podem levar a grandes prejuízos. O simples bater de asas de uma borboleta na Amazônia pode causar um tufão no Texas. Da mesma forma, uma xícara de café que foi tomada pela manhã, pode alterar a vida de uma pessoa. Por exemplo, se o tempo que o indivíduo demorar tomando o café fizer com que ele se atrase e cruze com a mulher de sua vida na estação de metrô, ou não seja atropelado por um carro que atravessou o sinal vermelho, estamos frente a esta relação de casualidade.

No filme “O efeito Borboleta”, realizado em 2004, um jovem de 20 anos descobre que é capaz de viajar no tempo e mudar o passado. Decide então mudar a trajetória de sua vida e de amigos próximos corrigindo falhas cometidas lá atrás. Na tentativa de alterar a direção de suas escolhas, acaba criando futuros ainda mais desastrosos. Mesmo com boas intenções, a mínima mudança na linha do tempo dos fatos, pode levar a consequências imprevisíveis.

O que teria acontecido se na minha adolescência, tivesse declarado pessoalmente meu amor para aquela colega de aula, a mais bonita da turma, e iniciássemos um namoro? Talvez hoje, os filhos dela seriam os meus e o meu filho seria de outro homem qualquer.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Causa ou acaso?



Eventos aparentemente aleatórios e inconseqüentes podem ser causa de grandes alterações. O simples bater de asas de uma borboleta na Amazônia, pode causar um tufão no Texas. Assim, uma xícara de café tomada pela manhã, pode alterar a vida de uma pessoa. Se o tempo que o indivíduo demorar preparando o café, fizer com que ele atrase dez minutos seu horário habitual e cruze com a mulher de sua vida na estação de metrô, ou não seja atropelado por um carro que atravessou o sinal vermelho, estamos frente a uma relação de casualidade.

Em sua “Teoria do Conhecimento”, David Hume, filósofo escocês, explica que as causas, aparentemente, acontecem antes dos efeitos. Causa e efeitos estariam conectados uns aos outros por uma relação de contigüidade. Numa série causal, há uma cadeia de causas e efeitos, onde um efeito pode ser causa de outro, e sempre uma causa terá uma outra que a antecede, constituindo com isso uma série causal infinita.